Iuris Naturis

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domingo, julho 17, 2005

Pilhas no lixo não. No Pilhão



O tema de que vos falarei hoje é sobre a reciclagem de pilhas. Como o prometido é devido não podia deixar de escrever sobre a reciclagem. Temos assistido actualmente a campanhas de sensibilização para a reciclagem de pilhas. Honestamente, acho que as campanhas são de péssimo gosto. Comparar os pilhões a OVNI?s é, quanto a mim, descabido. O que irão pensar as pessoas ao ver pela primeira vez o anúncio? Haverá ou não verdadeiramente pilhões? Sim, porque não é fácil encontrar um pilhão, apesar de já haver alguns pilhões espalhados pelas grandes cidades ainda não os encontramos com tanta facilidade como encontramos os habituais Ecopontos.

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E para onde vão as pilhas depois de depositadas nos Pilhões? Uma questão pertinente. Antes de responder, acho necessário explicar aos interessados na matéria o processo: A Ecopilhas (empresa responsável pelo reciclagem de pilhas em Portugal) recorrerá a empresas especializadas em reciclagem de pilhas e acumuladores usados, sediadas na União Europeia. A sua selecção seguirá continuamente rigorosos critérios técnicos e económicos.
Tratam-se de empresas especializadas e devidamente licenciadas para a actividade de recilagem, que asseguram o tratamento global das pilhas e acumuladores, fornecendo provas documentais dos trabalhos realizados. São seguidos processos denominados tecnologicamente como Pirometalurgicos.

Pois é. Para grande surpresa minha, e talvez vossa também, as pilhas não são recicladas em Portugal, pois não há meios de reciclagem de pilhas em Portugal. Infelizmente o nosso pequeno e simpático país ainda não tem mios especializados para tratar das pilhas usadas o que obriga a exportar para os países industrializados da Europa grandes quantidades de pilhas para então aí serem recicladas. As pilhas são acumuladas durante algum tempo e só depois são enviadas para reciclagem.

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Há claras vantagens quanto à reciclagem:
? primeira tem que ver com o facto de só se poder reciclar aquilo que é recolhido selectivamente. Logo, ao incentivar-se a recolha selectiva estamos a diminuir significativamente o risco de deposição descontrolada das pilhas e acumuladores usados, e a prevenir a possível poluição que daí pode advir.
? A segunda vantagem é a da sustentabilidade. Reciclar significa recapturar materiais (no caso das pilhas, Manganês, Zinco, Aço e Carbono), que voltam a ser usados em processos produtivos, sem que seja necessário retirá-los da natureza (diminuindo por exemplo a necessidade de recorrer à exploração mineira para a obtenção dos mesmos). Na prática, reciclar significa não gastar tão depressa as reservas daquilo que é para nós precioso.

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O MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE emitiu um Decreto-Lei que estabelece as clausulas reguladoras da acumulação, recolha e reciclagem das pilhas: Decreto-Lei n.º 62/2001, de 19 de Fevereiro; Hà ainda mais 2 Portarias: 571 e 572 que regulam esta matéria.

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Resta-me apenas apelar para as mentes mais conscientes para a reciclagem das pilhas, ainda que estas não sejam recicladas em Portugal. E por favor, não pensem que os pilhões são OVNI?s, eles existem! Não sabemos muito bem onde.
Por um Mundo mais Verde.

2 Comments:

At terça-feira, 19 julho, 2005, Blogger Rita Jorge Pinheiro said...

Eu sei que estou a comentar tudo... mas os únicos "pilhões" que conheço são os do norteshopping.

 
At terça-feira, 19 julho, 2005, Blogger naturis said...

Já há alguns pilhões espalhados pelos Hipermercados e junto dos Ecopontos, mas clr que são ainda muito pcs comparados com o k deveria haver!

 

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