Iuris Naturis

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terça-feira, julho 19, 2005


Quercus propõe poupar 65 por cento da água nos edifícios novos
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A Quercus propôs hoje a poupança de 65 por cento da água para consumo humano nos novos edifícios, através da aplicação de tecnologias já disponíveis para a reutilização de águas da chuva e águas cinzentas.
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Segundo um comunicado da associação ambientalista, é possível reduzir em metade o consumo de água ao instalar redutores de fluxo nas torneiras do lava-loiças, lavatório, duche e bidé. Além disso, a Quercus defende a reciclagem das águas cinzentas - provenientes das máquinas de lavar, dos lava-loiças, lavatórios, bidés, duches ? e das águas da chuva ?para serem utilizadas nas descargas das sanitas, nas máquinas de lavar roupa e loiça, na rega dos espaços verdes e na lavagem dos automóveis e dos espaços exteriores?.Os consumidores podem ainda poupar ao escolher electrodomésticos que usem água com a mais elevada classe de eficiência. ?Associada à poupança conseguida, o volume de águas residuais é substancialmente menor, reduzindo assim custos de exploração que rapidamente pagam os investimentos iniciais acrescidos?, segundo a associação.A Quercus critica o atraso na aprovação do Regulamento das Características de Comportamento Técnico dos Edifícios, aplicável aos novos edifícios de habitação e aos remodelados e aos de serviços sem sistema central de climatização. Este prevê o uso de sistemas de colectores solares térmicos para aquecimento de água sanitária.
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Outra crítica lançada pelos ambientalistas é o fraco ritmo de instalação de painéis solares, tendo em conta as metas do Programa Água Quente Solar. Este prevê a instalação de um milhão de metros quadrados de painéis solares. ?Deveriam ser instalados 150 mil metros quadrados por ano - suficiente para as necessidades de água quente de 37 mil famílias de quatro pessoas. O ritmo actual de instalação, porém, é inferior a 10 mil metros quadrados por ano?.?O recurso à energia solar tem de ser uma aposta do país a par de outras energias renováveis para reduzir a dependência energética em relação aos combustíveis fósseis?. No entanto, acrescenta, o ?Estado é injusto para com a energia solar?. ?O IVA tem de ser reduzido e benefícios fiscais têm de ser cumulativos com o crédito à habitação?.
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In: Publico.pt

2 Comments:

At quarta-feira, 20 julho, 2005, Blogger Ilidio Leite said...

A implementação de tais sistemas só ocorrerá com fortes apoios e benefícios, tendo em conta os preços elevados das maquinas ?amigas do ambiente?. E como o povo vai sempre para o que pesa menos na carteira...

 
At quarta-feira, 20 julho, 2005, Blogger naturis said...

Todas as ideias ambientais têm por trás grandes custos...quanto a isso não há milagres..mas + vale pesar um pco mais na carteira do que viver sem ela(ou seja não viver, pois sem água não há vida!)obrigada pelo teu comentário.

 

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